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Romeu Schneider fala das ações e trabalhos da Afubra

Romeu Schneider fala das ações e trabalhos da Afubra
Foto: Arquivo/Afubra
19.06.2018 11h13  /  Postado por: Magali Drachler

O Secretário da  Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e Presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, Romeu Schneider, em entrevista Geração FM falou sobre as ações realizadas nos últimos meses. Reforçou que o trabalho da Afubra é voltado a questão da agricultura. “Estamos com uma série de ampliações. Tivemos em Camaquã há duas semanas onde foi construído um depósito de mais de oito mil metros quadrados para agilizar os trabalhos do depósito da filial em especial devido a movimentação em torno dos insumos agrícolas”. Disse que está sendo concluída a filial em Candelária com previsão de inauguração para o mês de julho. Está sendo colocada uma filial em Agudo onde já começou a preparação do terreno. Esperamos que seja concluída até final do ano. “Assim estamos aparelhando todas nossas filiais para melhor atender nossos associados e clientes”, frisou.

Quanto à greve dos caminhoneiros, Schneider disse que o fato teve repercussão. “A tabela de fretes que foi lançada pelo governo acordada com os caminhoneiros, hoje está dividindo as transportadoras e os transportadores autônomos (particulares). A situação traz uma preocupação muito grande no que diz respeito a elevação de custos. Inclusive, se esta tabela permanecer, vai prejudicar em muito, os transportadores autônomos. Isso elevará o custo das mercadorias”. Ele inclusive salientou que a Afubra, para poder atender os clientes, enfrentou problemas sérios durante o período de paralisação. “No início teve toda uma pressão e muito apoio para pressionar o governo, mas no final da história todos os brasileiros foram prejudicados com esta greve”.

Ele mencionou que uma das principais ações da Câmara Setorial está sendo o combate ao mercado ilegal de cigarros. “Seguimos com de ações efetivas no combate ao comércio ilegal. O governo tem atuado em ações que colaboram com o produto irregular, como o aumento dos impostos dos cigarros legais que, ao invés de aumentar a arrecadação, derruba as vendas”, enfatizou ao lembrar que o mercado ilegal está cada vez mais forte.

Quanto ao início da nova safra de tabaco disse que a preocupação está relacionada com à quantidade de produção. “Precisamos produzir aquilo que o mercado quer comprar e não aquilo que se acha, ou a quantidade que se quer, porque depois não teremos a quem ofertar. Então, se trabalhando menos, se terá uma probabilidade de ter um resultado melhor”.

 

Foto: Arquivo/Afubra

Ouça a entrevista no player acima.

 

 

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