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Proposta que tramita na Câmara pode fazer RS perder dois deputados

Proposta que tramita na Câmara pode fazer RS perder dois deputados
foto Saulo Cruz
28.03.2025 09h41  /  Postado por: Reportagem

A Câmara dos Deputados deve debater ainda no primeiro semestre de 2025 uma proposta para ajustar a representatividade das unidades da federação na Casa. Uma decisão de 2023 do Supremo Tribunal Federal (STF) estabeleceu que a quantidade de deputados representando cada Estado e o Distrito Federal seja revista, com base nos dados populacionais apurados no Censo Demográfico de 2022, e que o Congresso edite uma lei para regular esta mudança até 30 de junho deste ano. A mudança seria válida a partir de janeiro de 2027, após as eleições de 2026.

Já tramita no Congresso o projeto de lei complementar nº 148/23, proposto pelo deputado Pezenti (MDB-SC), com uma proposta de ajuste nas bancadas, redistribuindo as 513 vagas a partir dos dados do Censo. O texto também determina que o tamanho da representação de cada Estado e do Distrito Federal seja anunciado no ano anterior às eleições, a partir de atualização fornecida pelo IBGE.

Na proposta de Pezenti, o Rio Grande do Sul perderia duas das vagas a que hoje tem direito. Rio de Janeiro (4), Piauí (2), Paraíba (2), Bahia (2), Pernambuco (1) e Alagoas (1) também perderiam representantes.

O deputado federal Marcelo Moraes (PL-RS) é o atual coordenador da bancada gaúcha na Câmara dos Deputados. Moraes é contrário tanto ao projeto de lei proposto por Pezenti quanto à ideia defendida por Motta.

O parlamentar gaúcho defende que, caso haja de fato uma mudança, como estabelecido pelo STF, os limites máximo e mínimo deveriam ser abolidos do sistema.

— Eu avalio de uma maneira muito prática. Aumentar o número total de deputados não é bom, e diminuir o número de cadeiras do Rio Grande do Sul, perdendo representatividade, também não é bom. Então acho que o caminho melhor é que não exista mais o número mínimo e máximo, se a ideia é trabalhar a proporcionalidade, que seja de verdade, de acordo com toda a população — argumenta o deputado, acrescentando ainda que começa a ver “movimentações”, mas que essa votação “não está na iminência de acontecer”.

 

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