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Polícia

Preso terceiro alvo da PF em investigação contra tráfico de drogas, sonegação fiscal e organização criminosa

Preso terceiro alvo da PF em investigação contra tráfico de drogas, sonegação fiscal e organização criminosa
Foto: Divulgação
13.06.2019 14h56  /  Postado por: Elion Silva

A Polícia Federal informou que o terceiro alvo da investigação sobre tráfico de drogas, sonegação fiscal e organização criminosa que desencadeou operação realizada na última terça-feira, 11, foi preso nesta quinta, 13, em Santa Cruz do Sul. Ele se apresentou na delegacia da PF do município.

Era o último mandado de prisão preventiva a ser cumprido. Um homem e uma mulher já haviam sido presos.

Sobre a investigação

Autoridades conseguiram quebras de sigilo bancário, sequestro de contas e restrições de veículos usados pelo grupo. Segundo estimativa da PF, o dinheiro movimentado pela organização, por meio de roubos, contrabando, exploração de jogos e tráfico de drogas, supera R$ 500 mil ao mês.

A polícia informou que as investigações iniciaram em outubro de 2018, quando chegou a informação de que um automóvel estaria transportando drogas para serem distribuídas na região. Policiais federais realizaram uma abordagem ao veículo, mas não localizaram a droga.

Três homens estavam no carro e transportavam R$ 28 mil em dinheiro. Um deles informou que era atleta profissional de futebol e que os valores tinham vindo dessa atividade, mas não apresentou provas dessa condição, por isso, a operação recebeu o nome de Cartão Vermelho.

O veículo apresentava indícios de já ter sido usado para transporte de drogas, conforme foi detectado por um cão farejador. Os três homens foram liberados, o veículo foi retido e o dinheiro depositado em conta judicial, iniciando assim o trabalho de investigação da Polícia Federal.

A apuração da PF indicou que um dos homens que estava no veículo teria assumido o posto de braço-direito do líder de uma facção criminosa que atua na região, após a prisão de integrantes do grupo na Operação Cúpula, da Polícia Civil.

O inquérito policial também identificou que contas bancárias eram usadas para depósitos para pessoas físicas e empresas localizadas nos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo, provavelmente para pagamento de fornecedores de armas e drogas.

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