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Presidente do PDT do RS é contra expulsão de quem votou a favor da reforma da previdência

Depois da primeira votação da Reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, o PDT, instaurou processo disciplinar contra Marlon Santos e outros sete deputados federais que desrespeitaram decisão partidária e votaram a favor. Houve a suspensão das representações partidárias dos parlamentares até que o processo seja concluído – o que pode demorar até 60 dias.

O presidente do PDT gaúcho, deputado Pompeo de Mattos, disse que é contra a expulsão.

“Eu não sou a favor de expulsão, mas os deputados erraram, então tem uma transgressão[…] cometeu-se uma falta e não cabe expulsão. Eu acho que uma advertência, uma punição pedagógica para que não se repita. Mas temos que cobrar, já que quem votou a favor da Reforma, tirou dinheiro dos pequenos”, defende.

O procedimento

Na prática, isso significa que eles continuam exercendo seus mandatos sem fazerem parte do partido de forma oficial. Todos os parlamentares que contrariaram a orientação do partido serão chamados a dar suas versões sobre o caso. Ao final da apuração, eles poderão ser expulsos ou sofrer punições menores, como advertência.

Também integram a lista os deputados Alex Santana (BA), Flávio Nogueira (PI), Gil Cutrim (MA), Jesus Sérgio (AC), Marlon Santos (RS), Silvia Cristina (RO), Tabata Amaral (SP0 e Subtenente Gonzaga (MG).

 

 

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