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Saúde

O Brasil vem apresentando queda da cobertura vacinal nos últimos cinco anos

O Brasil vem apresentando queda da cobertura vacinal nos últimos cinco anos
11.12.2020 11h04  /  Postado por: Reportagem

O Brasil vem apresentando uma preocupante queda da cobertura vacinal nos últimos cinco anos. A baixa procura pelas imunizações, agravada pela pandemia da Covid-19, está abrindo margem para o retorno de doenças até então erradicadas. O surto de Sarampo no ano passado acendeu o alerta. Para se ter uma ideia, programas como o da Poliomielite atingiram apenas 65% da meta – muito abaixo dos 95% projetados.
O tema agora volta à tona com a corrida internacional pela vacina do coronavírus e os debates – ideológicos ou não – em relação às suas origens. O plano preliminar para a imunização contra a Covid-19 é um sopro de esperança para a retomada definitiva da normalidade em nosso país. A acertada decisão de priorizar os profissionais de saúde, idosos e pessoas com comorbidades segue critérios técnicos e demonstra absoluta coerência do governo federal.

Mais importante do que a nacionalidade da vacina, o fundamental é garantir a imunização da população. Tanto a desenvolvida pela Universidade de Oxford e AstraZeneca, do Reino Unido, pela Pfizer e BioNTech, dos Estados Unidos e Alemanha, como a chamada CoronaVac, da chinesa Sinovac, passarão por um rigoroso processo de validação pela Anvisa. A segurança sanitária e o interesse público devem estar sempre em primeiro lugar. E assim estarão, não tenho dúvidas.

E mais: certamente serão necessários diversos fornecedores para imunizar os 290 milhões de brasileiros ao longo de 2021. O fato é que a superação passa, necessariamente, pela vacina – seja a europeia, a norte-americana, a asiática ou mesmo todas.
Os esforços para a retomada, no entanto, não deverão resumir-se tão-somente à aquisição futura de vacinas. Há um aliado fundamental nessa missão: a informação. Precisaremos de efetivas campanhas de conscientização e combate às fake news para levarmos a imunização a todos os brasileiros. O futuro do país depende, sim, do poder público. Mas, sobretudo, de cada um de nós.

 

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