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Mulher pede indenização de R$ 50 mil após ter sobrenome trocado por “vagabunda” em cartão de crédito

Mulher pede indenização de R$ 50 mil após ter sobrenome trocado por “vagabunda” em cartão de crédito
06.07.2022 13h56  /  Postado por: Redação

Uma mulher de Campo Grande (MS), que preferiu não ser identificada, está pedindo uma indenização de R$ 50 mil contra o C6 Bank após ter recebido o cartão de crédito solicitado e verificado que, no lugar de seu sobrenome, estava escrito “vagabunda”. O processo por danos morais devido à situação vexatória pela qual a vítima alega ter passado segue em andamento e em segredo da Justiça. As informações são do G1.

Ederson Lourenço, advogado da vítima, contou ao G1 que sua cliente abriu a correspondência com o cartão quando estava realizando uma confraternização com algumas amigas em sua casa. Quando ela leu o que estava escrito no local que seria destinado ao seu sobrenome, começou a rir, mas quando se deu conta do que realmente havia acontecido, se sentiu constrangida.

O advogado ainda detalhou que o pedido do cartão havia sido feito no aplicativo da instituição bancária dois dias antes do ocorrido. Ederson relatou que no envelope da correspondência o nome e sobrenome de sua cliente estavam corretos. De acordo com ele, o caso pode ser descrito como “humilhante e vexatório”.

Esclarecimento do banco

O C6 Bank se manifestou sobre o ocorrido e relatou que, após checagem dos dados do aplicativo, constatou, a partir dos registros, que a mulher escreveu o nome e sobrenome que foram emitidos e que todo o processo foi feito de forma segura, com autenticação de senha, sem interferência de nenhuma pessoa. “A cliente poderá fazer a reemissão do cartão sem nenhum custo”, informou.

A sul-mato-grossense negou que tenha errado o sobrenome na hora de preencher os dados.

— Jamais eu pediria meu próprio cartão com esse nome. Tinha gente em casa, fiquei constrangida. Me senti humilhada, fiquei sem jeito e sem saber o que estava acontecendo. Será que eles (banco virtual) não viram que isso é uma ofensa? — disse a mulher ao G1.

Em nota, a instituição bancária relatou que está acompanhando o processo e que fica à disposição para continuar apurando o ocorrido.

O banco também afirmou que segue a Lei e não divulgará dados pessoais da vítima. Segue a mensagem na íntegra: “Em cumprimento ao disposto na Lei Complementar nº 105/2001, não podemos fornecer a terceiros informações de operações ativas e passivas de serviços bancários, sob pena de quebra de sigilo bancário. As informações somente podem ser fornecidas diretamente ao consumidor ou na forma autorizada na citada Lei. Estamos à disposição dos clientes para esclarecer dúvidas, resolver qualquer problema e apurar todos os casos”.

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