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Motorista que atropelou argentina é indiciado por homicídio culposo

Motorista que atropelou argentina é indiciado por homicídio culposo
16.07.2025 08h47  /  Postado por: Reportagem

A Polícia Civil indiciou por homicídio culposo o motorista do carro que atropelou a argentina Viviana Beatriz Villalba, de 22 anos, na ERS-344, em Giruá, no Noroeste do Rio Grande do Sul.

Viviana morreu e o corpo dela ficou preso ao veículo por cerca de 3 quilômetros até o motorista perceber. Imagens de câmeras de segurança registraram o carro circulando com o corpo sobre ele

O atropelamento aconteceu na madrugada de 8 de junho deste ano. De acordo com a delegada Elaine Maria da Silva, responsável pela investigação, o motorista não tinha a intenção de matar Viviana. Foram identificadas marcas de frenagem na rodovia, o que, segundo a delegada, pode indicar que o motorista tentou evitar o impacto.

No entanto, a polícia entende que ele de forma negligente ou imprudente – por isso, o indiciamento prevê pena maior porque ele teria deixado de prestar socorro à argentina.

As imagens obtidas pela reportagem mostram o carro passando três vezes pela mesma rua de Giruá, entre 3h48 e 3h52 da madrugada.

Laudo do Instituto-Geral de Perícias (IGP) constatou que Viviana morreu por “politraumatismo causado por instrumento contundente”.

Agora, o inquérito está em análise pelo Ministério Público (MP), órgão responsável por avaliar a investigação policial e decidir se acusa formalmente o motorista – se ele será denunciado ou não. Caso decida pela denúncia, a Justiça do RS fica responsável por definir se ele vira réu e começa a responder a um processo judicial ou não.

Como tudo aconteceu

Segundo a investigação policial, a mulher foi atropelada pelo motorista enquanto ele dirigia próximo do acesso a Giruá. Ele relatou à polícia que acreditou ter atingido um animal, mas só teria percebido que se tratava de uma pessoa quando o passageiro viu, pelo vidro traseiro, uma das pernas da vítima.

De acordo com o depoimento dele, a vítima teria permanecido sobre o carro até ele chegar em casa. Ele percorreu cerca de três quilômetros com o corpo preso ao veículo antes de se dar conta do que havia acontecido.

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