Sexta-feira, 27 de Março de 2020
Telefone: (55) 3327 1071
Whatsapp: (55) 99732 1071
Curta nossa página no Facebook:
Clique para Ouvir
Parcialmente nublado
31°
17°
29°C
Salto do Jacuí/RS
Parcialmente nublado
Tempo nublado
31°
17°
27°C
Arroio do Tigre
Tempo nublado
No ar: A Voz do Brasil
Ao Vivo: Frequência 107
Saúde

Inca estima mais 625 mil casos de câncer por ano no Brasil, até 2022

Inca estima mais 625 mil casos de câncer por ano no Brasil, até 2022
05.02.2020 08h45  /  Postado por: Cladimara Bohrer

O Brasil deve registrar cerca de 625 mil novos casos de câncer por ano de 2020 a 2022. A estimativa é do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Somente entre a população infanto-juvenil, a entidade espera 8.460 novos casos por ano no mesmo período.

A publicação Estimativa de Incidência de Câncer no Brasil mostra que o câncer de pele não melanoma deve permanecer como o mais incidente, com a expectativa de 177 mil novos casos por ano. Em seguida, aparece o câncer de mama e próstata, com 66 mil casos cada; cólon e reto, com 41 mil; traqueia, brônquio e pulmão, com 30 mil; e, estômago, com 21 mil.

De acordo com o Inca, o Brasil registra declínio em tipos de câncer associados a condições socioeconômicas desfavoráveis. Em algumas regiões, no entanto, as ocorrências persistem. É o caso do câncer de colo de útero, na região Norte. Enquanto no Brasil esse tipo de doença está em terceiro lugar, na incidência entre mulheres, desconsiderando o câncer de pele não melanoma, no Norte é o segundo mais incidente, atrás apenas do câncer de mama.

Um a cada três casos de câncer podem, segundo o Inca, ser evitados pela redução ou eliminação de fatores de risco, como, por exemplo, tabagismo e obesidade. Atividades físicas, cuidados com a exposição ao sol e alimentação saudável com frutas, vegetais e hortaliças frescos, evitando alimentos ultraprocessados, também podem ajudar a evitar o câncer.

A estimativa para o próximo triênio aumentou em relação à última projeção, quando 600 mil novos casos eram esperados por ano em 2018 e 2019.

Essa é a primeira publicação feita para o triênio. Antes, a projeção era calculada a cada dois anos. A mudança ocorreu devido à disponibilidade de informações, mais confiáveis.

O instituto também calculou a incidência da doença para a população infantojuvenil. Segundo o instituto, ar maior incidência pode ocorrer entre meninos, com 4.310 novos casos por ano. Entre meninas, devem ser registrados 4.150. A incidência deve ser maior na Região Sul, seguida pelas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte.

De acordo com o Inca, o recorte para a população mais jovem permite aprimorar as ações de saúde pública e controle da doença nesse público. Se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados, 80% das crianças e adolescentes podem se curar.

*Agencia Brasil

Comente essa notícia
Receba nosso informativo
diretamente em seu e-mail.