Quinta-feira, 30 de Abril de 2026
Telefone: (55) 3327 1071
Whatsapp: 55 3327 1071
Curta nossa página no Facebook:
Clique para Ouvir
Tempo limpo
25°
22°C
Salto do Jacuí/RS
Tempo limpo
Tempo limpo
25°
22°C
Arroio do Tigre
Tempo limpo
No ar: As Mais Tocadas do Dia
Ao Vivo: As Mais Tocadas do Dia
Geral

Fepam atualiza regras para extração de areia no Rio Grande do Sul

Fepam atualiza regras para extração de areia no Rio Grande do Sul
27.04.2018 16h39  /  Postado por: Redação

A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) atualizou as regras para a extração de areia no Rio Grande do Sul. Uma nova portaria, que estará publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) da próxima segunda-feira, apresenta medidas de precaução com o intuito de reforçar o controle ambiental.

“Nosso compromisso é garantir todos esforços para que a natureza seja protegida da melhor maneira”, destacou a secretária do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema) e diretora presidente da Fepam, Ana Pellini.

Entre as novas determinações está a restrição do tamanho das lanças utilizadas nas dragas para a sucção da areia do fundo dos rios. “Incluímos novamente a necessidade dos empreendedores medirem o tamanho do cano utilizado nas dragas para a extração de areia como uma garantia, somada aos demais estudos de controle, para que a gente possa ter uma segurança maior de que não está havendo dano ambiental”, afirmou a secretária.

O comprimento das lanças fica limitado à profundidade máxima dos recursos hídricos, variando entre três e 10 metros, de acordo com cada rio. A extração deve ser realizada com uma distância mínima de 50 metros das margens dos rios, nos cursos de água com largura do leito médio igual ou superior a 150 metros e, no máximo, a um metro acima.

Pela portaria, os empreendedores poderão ser dispensados da limitação no comprimento das lanças mediante apresentação de estudos técnicos que comprovem a viabilidade da extração de areia sem provocar dano ambiental. Os relatórios devem indicar as dimensões da área e a descrição da jazida, entre outras informações. Para requerer uma nova licença de operação, será obrigatória a apresentação desses dados que revelam um diagnóstico da situação do leito do rio. Essas informações serão classificadas como “marco zero” e serão utilizadas como parâmetro para o monitoramento das condições da área licenciada e a realização de novas fiscalizações.

Também ficaram definidas as medidas de acompanhamento das áreas licenciadas para a extração de areia no leito dos recursos hídricos, que inclui a realização de levantamentos batimétricos semestrais para monitorar a forma da superfície do leito, a estabilidade das margens, a disponibilidade e a reposição de minério, bem como a vida útil da jazida.

Em caso de extração irregular na área, o empreendedor detentor da licença ambiental será responsabilizado. As regras foram apresentadas pela secretária aos representantes da Associação Gaúcha dos Produtores de Brita, Areia e Saibro (Agabritas) e do Sindicato da Indústria da Mineração de Brita, Areia e Saibro de Estado (Sindibritas).

De acordo com o diretor do setor de areia da Agabritas e do Sindibritas, Sandro Almeida, as medidas propostas pela Sema vão qualificar o setor. “Saímos satisfeitos da reunião pela receptividade e com a certeza de que tudo que a Fepam implementar vem a melhorar os empreendimentos de extração de areia como um todo”, ressaltou Almeida. As informações são do correio do povo.

 

Comente essa notícia
Receba nosso informativo
diretamente em seu e-mail.