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Delegada Regional da Polícia Civil de Cruz Alta alerta sobre golpes de estelionatários

Delegada Regional da Polícia Civil de Cruz Alta alerta sobre golpes de estelionatários
03.07.2015 09h17  /  Postado por: upside

 
Uma ligação no celular, do outro lado da linha alguém diz que está em poder da sua filha e exige dinheiro para libertar a menina. Em outra situação, uma mensagem chega ao telefone falando que o dono do telefone acaba de ganhar uma casa de um programa de televisão ou uma certa quantia em dinheiro, bastando, apenas, seguir as instruções para garantir o direito ao bem. Muitas pessoas já passaram por essas situações ou conhecem pessoas que já foram vítimas desses golpes que, apesar do conhecimento das pessoas, continuam sendo aplicados e ganhando novas versões a cada dia. Por este motivo, a 5ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Cruz Alta está fazendo um alerta à população no sentido de que esteja alerta para estes golpes. A delegada regional, Caroline Bamberg Machado, que foi empossada no dia 03 de junho, passando a responder efetivamente pelo órgão no dia 15 do mês passado, destaca que a quantidade de golpes aplicados por estelionatários tem sido comum. Ela diz que as pessoas devem sempre desconfiar, principalmente quando as ligações pedindo dinheiro envolverem pessoas de sua família.
            A principal forma de não cair no golpe segundo a delegada regional de Cruz Alta é simples.
            Caroline Bamberg Machado veio da cidade de Três Passos, onde estava responsável pelas investigações da morte do menino Bernardo Boldrini, que tem o envolvimento do pai, da madastra e de outras duas pessoas ao ser questionada sobre a aprovação em primeiro turno pela Câmara dos Deputados da proposta que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos apenas em casos de crimes contra a vida, com estupro, roubo e lesão corporal seguida de morte, opinou sobre a questão.
            Por fim, a delegada regional de polícia civil de Cruz Alta foi indagada sobre se entende que uma alternativa seria uma readequação do Estatuto da Criança e do Adolescente. Para Caroline Machado, mais importante que modifica-lo é fazer que ele seja cumprido, conforme explica.

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