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Cruz Alta avança cinco posições no ranking das maiores economias do estado

Cruz Alta avança cinco posições no ranking das maiores economias do estado
15.12.2022 09h40  /  Postado por: Reportagem

O município de Cruz Alta passou da 34ª para a 29ª posição no ranking das maiores economias do estado. Com a apresentação dos indicadores econômicos, Cruz Alta mostra ser uma cidade com ambiente favorável para investimentos e com grande potencial econômico. A cidade oferece um comércio com grande variedade de produtos e serviços.

De acordo com o estudo, Cruz Alta está entre as 30 maiores economias do Estado, conforme o critério de Valor Adicionado Fiscal. Em percentuais, Cruz Alta teve uma variação positiva de (+13,61%); enquanto para termos de comparação o município de Ijuí apresentou uma variação positiva de (+2,18%) e Panambi (+1,75%). Ainda de acordo com os dados coletados pela Fazenda Municipal, Cruz Alta teve um incremento de 73% no valor agregado.

Para a prefeita Paula Rubin Facco Librelotto esse resultado positivo reflete a série de medidas adotadas pela administração. “Desde que assumimos a administração do município, adotamos uma série de medidas e ações para impulsionar e fortalecer o comércio e a nossa economia local. Desburocratizamos processos administrativos, ampliamos a fiscalização, o suporte e auxílio ao comércio, bem como aproximamos o poder público das empresas e associações representativas. Esse conjunto de ações faz com que hoje possamos obter esse grande percentual de crescimento, o que evidencia o importante papel econômico de Cruz Alta no cenário estadual”, destacou a prefeita.

Os dados são da Receita Estadual, que na última semana, divulgou os índices de participação de cada município gaúcho no rateio da arrecadação do ICMS para o exercício de 2023. Conforme determina a Constituição Federal, 25% de toda a arrecadação dos estados com o tributo, após as devidas destinações constitucionais (ex. FUNDEB), pertence aos municípios. O Índice de Participação dos Municípios (IPM) é o indicador utilizado para a distribuição desses recursos no Estado, determinando a cota-parte de cada uma das 497 cidades gaúchas sobre as receitas do ICMS. De acordo com o IPM, o Estado irá repartir nos próximos anos cerca de R$ 8,3 bilhões entre as prefeituras.

A apuração do IPM é realizada anualmente pela Receita Estadual e leva em consideração uma série de critérios definidos em lei e seus respectivos resultados ao longo dos anos anteriores. O fator de maior peso é a variação média do Valor Adicionado Fiscal (VAF), que responde por 75% da composição do índice. O VAF é calculado pela diferença entre as saídas (vendas) e as entradas (compras) de mercadorias e serviços em todas as empresas localizadas no município.

Repartido entre o Estado, que fica com 75% do total, e as prefeituras, que dividem os outros 25%. A partilha dessa porcentagem obedece a sete critérios. O principal deles é a média do Valor Adicionado Fiscal (VAF) dos últimos dois anos, que corresponde a 75% do índice do ICMS. A área total do município (7%), a população (7%), o número de propriedades rurais (5%), a produtividade primária (3,5%), o inverso do VAF per capta (2%) e o Programa de Integração Tributária (0,5%) completam a lista.

 

Com informações da Prefeitura Municipal

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