Médico Veterinário cita cuidados para evitar picada de escorpião
Um porteiro encontrou um escorpião amarelo em um prédio no Centro de Porto Alegre.
O animal mede cerca de 7 centímetros, mas tem assustado quem mora ou trabalha nos arredores. O porteiro conta que viu o animal quando chegava para trabalhar, na última quinta-feira (11). As informações são do G1.
A espécie encontrada em Porto Alegre é uma das que mais causa acidentes graves, principalmente por crianças. Mas não é comum nessa região. Em Santa Rosa, na Região Noroeste do estado, as autoridades também estão em alerta. O surgimento de outras espécies preocupa. Foram 58 ataques, e 46 deles por escorpiões do tipo preto e manchado, que são considerados menos perigosos. Porém, o temor é que possa aparecer o escorpião amarelo.
Em entrevista ao Repórter Geração, o Médico Veterinário Carlos Eduardo Muller, explicou quais as espécies encontradas na região. Cadu conta que o animal tem hábitos noturnos e procura lugares úmidos para se abrigar.
Ele costuma habitar locais frescos e escuros, como de frestas de parede, pedaços de madeira, restos de construção, entulhos, ralos, esgotos, caixas de gordura, tanques, encanamentos, caixas com verduras, legumes e frutas, sapatos, roupas, camas, travesseiros, cortinas, e se alimenta de baratas.
Nas casas, podem entrar pelos ralos ou portas. O importante é monitorar a residência e manter os ambientes externos limpos. O quintal é um dos locais preferidos do inseto.
É justamente nesta época de calor intenso que os escorpiões aparecem com mais frequência. Em 2017, o Centro de Informação Toxicológica do estado atendeu aproximadamente 500 acidentes causados pelo inseto. Destes, 400 foram classificados de baixo nível de envenenamento.
Ouça a entrevista completa no player acima.
